Narbe

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Notes

Ela não conseguia se levantar. Ficou ali, com os pés bem timidos quase tocando a agua, as mãos apoiadas na ponte. E contemplava o céu, como uma unica chance de poder se desviar de todos nós. 
- posso me sentar ao seu lado, querida? - perguntei ao me aproximar aos poucos. Como nem consentiu nem me negou absolutamente nada, me inclinei ali para mais perto dela, me sentando sobre a velha ponte do rio Downpour, em frente a minha casa. O dia se esvaia na companhia dela, sugando todas as coisas que eu julgava conhecer. Ela até mesmo chamava por meu nome, mas por varias vezes, fingi não te-la ouvido. Só para não adormecer em seu semblante debil e seus olhos macios. Quando finalmente se fez noite, sua pele parecia brilhar juntamente com meus olhos, e então já me coloquei tremendamente instigado.
- porque tanto chama por mim? - lhe perguntei no tom mais baixo que pude.
- porque nunca responde? - e ela se virou, levantando os olhos.
- eu quero lhe mostrar uma surpresa que fiz para você. Porque fiz com carinho, creio que mereça sua atenção. - contradisse meu convite, voltando os olhos para as aguas calmas. Mas eu realmente queria me sentir satisfeito. Então me levantei, tomando-a pelo braço.
- deixe-me mostrar-lhe minha casa…- E literalmente me coloquei a arrasta-la para dentro, por mais que relutasse. - é aqui que eu durmo, menina. 
Ela até mesmo forçando os olhos, se recostando a porta que eu havia trancado.
- mas não consigo enxergar, não há luzes aqui? - neguei com a cabeça, me aproximando mais dela, que tentou correr. A segurei pelos pulsos, o mais forte que pude, batendo seu corpo contra a parede, aproximando bem nossos rostos.
- é só olhar nos meus olhos, meu amor. Eu posso me tornar toda a luz que voce necessita, eu posso me tornar todas as cores. Eu serei tudo aquilo que voce precisa enquanto durarmos aqui.
Engoliu em seco, tentando soltar as mãos que prendi na parede, acima de sua cabeça. Eram divertidos seus olhos quando assutados, não pude evitar em rir. Então aproximei mais o rosto do seu, pedindo gentilemente que ficasse bem quietinha em minha presença. Toquei seus labios levemente com os meus, escorregando-os ao seu pescoço. Respiração calma, olhos fechados. Mais alguns beijos sobre sua pele fria e eu comecei a me direcionar para aquilo que realmente queria dela.
- sabe todos esses anos em que eu estive ao seu lado, me tornando tudo o que você conhece, toda a sua doçura, sua delicadeza e sua paz? Sabe quando voce chorava, chorava como uma criança sozinha, e eu podia abraçar-te, ternamente? - a lua cheia passou a nos iluminar fracamente da janela. Continuei. - e quando voce sorria, o meu nome se formava em meus lábios. Eu fui tudo aquilo em que voce acredita. E não, meu amor, eu nunca lhe pedi nada em troca. Eu nunca pedi nada de voce. - a soltei, deslizando as maos pelas laterais de seu rosto enquanto sussurrava nosso passado dentro daquele quarto abafado. 
- o que você quer agora? - me roubou mais um beijo, sorrindo divertidamente. Fiz com que se despisse, pousando seu corpo suavemente em minha cama. Os beijos transcorriam por seu corpo, sua risada se infiltrava em meus olhos. A noite se tornava cada vez mais escura, como a minha vontade de simplesmente não estar mais ali. Quando desabotoou minha camisa, eu senti que era chegada a hora. Ela sussurrou que me amava de uma forma inigualável, quebrei o abajur na parede, quase acima de sua cabeça. Gritou, se sentando na cama, propus que se deitasse novamente, tomando um dos pedaços de vidro em minhas mãos.
- abra os olhos, meu amor. Eu estou pedindo que abra os olhos. Os piores e mais desconscertantes monstros, não se encontram por ai no escuro… Eles estão dentro de nós. Hoje, minha linda, eu me torno seu pior medo. E nossa eternidade, o seu pesadelo. Tente não gritar, quando sentir que és minha. - com isso, simulei um caminho em suas pernas com meus labios, levando o caco de vidro em seguida. E cortou fundo, lentamente. Mesmo que ela gritasse, mesmo que gritasse alto, o sangue não deixava de escorrer sobre meus lençois. Fiz o mesmo em cada um de seus braços, levei os labios ao seu ouvido, sussurrando:
- Hush now baby, baby, don’t you cry. Mother is gonna make all of your nightmares come true, mother is gonna put all of her fears into you. mother is gonna keep you right here, under her wings. She won’t let you fly, but she might let you sing. Mother is gonna keep baby cozy and warm… Oh baby, of course mother is gonna help you build the wall! 
E seu corpo estremecia em minhas mãos com a dor, a abracei com força, minha risada preenchia o quarto. Aos poucos ela não gritava tanto… Distribui alguns cortes mais fracos por sua barriga, alguns por seu pescoço, bem superficiais, juntamente com algumas mordidas. Céus… Finalmente saí de cima dela, assistindo-a se levantar da cama com certa dificuldade, dando passos bem lentos pelo tablado vacilante de madeira. Não sabia se tentava quebrar a fechadura, se desarrumava mais os cabelos, se limpava o sangue… 
- Mother, do you think they’ll drop the bomb? Mother, do you think they’ll like this song? 
Respirei fundo, continuando:
- mother, do you think they’ll try to break my balls? Mother should I build the wall?
Então ela passou a direcionar seus passos pra mim.
- Mother should I run for president? Mother, should I trust in govermment? 
Parou. Continuei:
- Mother will they put me in the fire line?
 - IS IT JUST A WASTE OF TIME?
E se voltou a porta, tentando abri-la mais uma vez.
- Mother, do you think she is good enough, for me? Mother do you think she is dangerous, to me?
Pausa.
- MOTHER, WILL SHE TEAR YOUR LITTLE BOY APART?
E então se voltou para mim, quando sussurrei:
- mother, will she break my heart?
Trouxe-a novamente para mim, e se sentou entre minhas pernas recostando as costas em meu tronco. Suas maos tremiam sobre as minhas, deitou sua cabeça em meu ombro. Beijei gentilmente sua cabeça, colocando dois dos pedaços de vidro nas palmas de suas mãos, apertando-os ate que cortassem.
- Hush now baby, baby, don’t you cry. mother is gonna check out all of your girlfriends for you. Mother won’t let anyone dirty get through. Mother is gonna wait up ‘till you get in. Mother will always found out where you’ve been. Mother is gonna keep baby healthy and clean. Oh, baby… you will always be baby to me. 
Então beijei seus pulsos, delicadamente. Pedindo-a que cortasse-os para mim. Com certo custo, passou os cacos de vidro rapidamente. Beijei seus labios a medida que as lagrimas caiam de seus olhos, o sangue escorria densamente por nos dois. Por fim afastou um pouco o rosto, e seus olhos se reviraram. Caiu novamente em meus braços, e o corpo relaxava. Com um sorriso, estalei um ultimo beijo em seu ombro, quando finalmente consegui aquilo que eu queria. Eu a tinha inteiramente para mim, mesmo que no fundo não me importasse realmente com isso. Era só mais um corpo vazio, mais palavras não ditas, mais olhos acesos. Continue assistindo.
- Mother, did it need to be so high? 

Ela não conseguia se levantar. Ficou ali, com os pés bem timidos quase tocando a agua, as mãos apoiadas na ponte. E contemplava o céu, como uma unica chance de poder se desviar de todos nós. 

- posso me sentar ao seu lado, querida? - perguntei ao me aproximar aos poucos. Como nem consentiu nem me negou absolutamente nada, me inclinei ali para mais perto dela, me sentando sobre a velha ponte do rio Downpour, em frente a minha casa. O dia se esvaia na companhia dela, sugando todas as coisas que eu julgava conhecer. Ela até mesmo chamava por meu nome, mas por varias vezes, fingi não te-la ouvido. Só para não adormecer em seu semblante debil e seus olhos macios. Quando finalmente se fez noite, sua pele parecia brilhar juntamente com meus olhos, e então já me coloquei tremendamente instigado.

- porque tanto chama por mim? - lhe perguntei no tom mais baixo que pude.

- porque nunca responde? - e ela se virou, levantando os olhos.

- eu quero lhe mostrar uma surpresa que fiz para você. Porque fiz com carinho, creio que mereça sua atenção. - contradisse meu convite, voltando os olhos para as aguas calmas. Mas eu realmente queria me sentir satisfeito. Então me levantei, tomando-a pelo braço.

- deixe-me mostrar-lhe minha casa…- E literalmente me coloquei a arrasta-la para dentro, por mais que relutasse. - é aqui que eu durmo, menina. 

Ela até mesmo forçando os olhos, se recostando a porta que eu havia trancado.

- mas não consigo enxergar, não há luzes aqui? - neguei com a cabeça, me aproximando mais dela, que tentou correr. A segurei pelos pulsos, o mais forte que pude, batendo seu corpo contra a parede, aproximando bem nossos rostos.

- é só olhar nos meus olhos, meu amor. Eu posso me tornar toda a luz que voce necessita, eu posso me tornar todas as cores. Eu serei tudo aquilo que voce precisa enquanto durarmos aqui.

Engoliu em seco, tentando soltar as mãos que prendi na parede, acima de sua cabeça. Eram divertidos seus olhos quando assutados, não pude evitar em rir. Então aproximei mais o rosto do seu, pedindo gentilemente que ficasse bem quietinha em minha presença. Toquei seus labios levemente com os meus, escorregando-os ao seu pescoço. Respiração calma, olhos fechados. Mais alguns beijos sobre sua pele fria e eu comecei a me direcionar para aquilo que realmente queria dela.

- sabe todos esses anos em que eu estive ao seu lado, me tornando tudo o que você conhece, toda a sua doçura, sua delicadeza e sua paz? Sabe quando voce chorava, chorava como uma criança sozinha, e eu podia abraçar-te, ternamente? - a lua cheia passou a nos iluminar fracamente da janela. Continuei. - e quando voce sorria, o meu nome se formava em meus lábios. Eu fui tudo aquilo em que voce acredita. E não, meu amor, eu nunca lhe pedi nada em troca. Eu nunca pedi nada de voce. - a soltei, deslizando as maos pelas laterais de seu rosto enquanto sussurrava nosso passado dentro daquele quarto abafado. 

- o que você quer agora? - me roubou mais um beijo, sorrindo divertidamente. Fiz com que se despisse, pousando seu corpo suavemente em minha cama. Os beijos transcorriam por seu corpo, sua risada se infiltrava em meus olhos. A noite se tornava cada vez mais escura, como a minha vontade de simplesmente não estar mais ali. Quando desabotoou minha camisa, eu senti que era chegada a hora. Ela sussurrou que me amava de uma forma inigualável, quebrei o abajur na parede, quase acima de sua cabeça. Gritou, se sentando na cama, propus que se deitasse novamente, tomando um dos pedaços de vidro em minhas mãos.

- abra os olhos, meu amor. Eu estou pedindo que abra os olhos. Os piores e mais desconscertantes monstros, não se encontram por ai no escuro… Eles estão dentro de nós. Hoje, minha linda, eu me torno seu pior medo. E nossa eternidade, o seu pesadelo. Tente não gritar, quando sentir que és minha. - com isso, simulei um caminho em suas pernas com meus labios, levando o caco de vidro em seguida. E cortou fundo, lentamente. Mesmo que ela gritasse, mesmo que gritasse alto, o sangue não deixava de escorrer sobre meus lençois. Fiz o mesmo em cada um de seus braços, levei os labios ao seu ouvido, sussurrando:

- Hush now baby, baby, don’t you cry. Mother is gonna make all of your nightmares come true, mother is gonna put all of her fears into you. mother is gonna keep you right here, under her wings. She won’t let you fly, but she might let you sing. Mother is gonna keep baby cozy and warm… Oh baby, of course mother is gonna help you build the wall! 

E seu corpo estremecia em minhas mãos com a dor, a abracei com força, minha risada preenchia o quarto. Aos poucos ela não gritava tanto… Distribui alguns cortes mais fracos por sua barriga, alguns por seu pescoço, bem superficiais, juntamente com algumas mordidas. Céus… Finalmente saí de cima dela, assistindo-a se levantar da cama com certa dificuldade, dando passos bem lentos pelo tablado vacilante de madeira. Não sabia se tentava quebrar a fechadura, se desarrumava mais os cabelos, se limpava o sangue… 

- Mother, do you think they’ll drop the bomb? Mother, do you think they’ll like this song? 

Respirei fundo, continuando:

- mother, do you think they’ll try to break my balls? Mother should I build the wall?

Então ela passou a direcionar seus passos pra mim.

- Mother should I run for president? Mother, should I trust in govermment? 

Parou. Continuei:

- Mother will they put me in the fire line?

 - IS IT JUST A WASTE OF TIME?

E se voltou a porta, tentando abri-la mais uma vez.

- Mother, do you think she is good enough, for me? Mother do you think she is dangerous, to me?

Pausa.

- MOTHER, WILL SHE TEAR YOUR LITTLE BOY APART?

E então se voltou para mim, quando sussurrei:

- mother, will she break my heart?

Trouxe-a novamente para mim, e se sentou entre minhas pernas recostando as costas em meu tronco. Suas maos tremiam sobre as minhas, deitou sua cabeça em meu ombro. Beijei gentilmente sua cabeça, colocando dois dos pedaços de vidro nas palmas de suas mãos, apertando-os ate que cortassem.

- Hush now baby, baby, don’t you cry. mother is gonna check out all of your girlfriends for you. Mother won’t let anyone dirty get through. Mother is gonna wait up ‘till you get in. Mother will always found out where you’ve been. Mother is gonna keep baby healthy and clean. Oh, baby… you will always be baby to me. 

Então beijei seus pulsos, delicadamente. Pedindo-a que cortasse-os para mim. Com certo custo, passou os cacos de vidro rapidamente. Beijei seus labios a medida que as lagrimas caiam de seus olhos, o sangue escorria densamente por nos dois. Por fim afastou um pouco o rosto, e seus olhos se reviraram. Caiu novamente em meus braços, e o corpo relaxava. Com um sorriso, estalei um ultimo beijo em seu ombro, quando finalmente consegui aquilo que eu queria. Eu a tinha inteiramente para mim, mesmo que no fundo não me importasse realmente com isso. Era só mais um corpo vazio, mais palavras não ditas, mais olhos acesos. Continue assistindo.

- Mother, did it need to be so high? 

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então era isso. Quando eu mais precisei dele, ele fechou os olhos. Eu sempre tive medo de imaginar o que acontece quando nos damos as costas, mas acho que as estações finalmente começaram a agir dentro de mim. Voltas, o mundo dá voltas. E gira bem devagar, como se nada pudesse impedi-lo de respeitar seu proprio limite. Como se naquele momento, aquilo fosse necessario. Como se ele sozinho fosse suficiente. Oh, céus! Eu me machuquei demais tentando evitar isso. As vezes parece que as lagrimas não seriam suficientes, como se apenas uma musica do Red Hot durante a madrugada quente de verão não fizesse efeito. E me cortar com aquela droga de lamina? Minhas maos não me obedecem mais… Eu não sei lidar com a indiferença. Não sei lidar com o entusiasmo, não sei medir as doses de nostalgia que recebemos todos, todas as manhãs. Eu não sei lidar com o desprezo. Não sei lidar com a fraqueza, nem com as lagrimas. Não sei lidar com a insanidade, não sei administrar tão bem assim a clareza com que estes sentimentos se apresentam a mim. Deus me livre estar no lugar dela agora, Deus me livre. Mas eu queria muito estar sentada no teu colo agora, adoro quando você vem me ninar com esse teu sorriso malvado. E quando as luzes se apagam, quando os olhos se fecham e as vozes se calam, voce sangra as coisas as quais demos nome juntos. Voce sangra sua propria alma, procurando pelas faces que perdeu de mim. Foi voce quem sangrou Paris. (….) Que necessidade tola e doentia é essa de escrever para voce? Vamos, meu amor, me diga se poderemos nos sentar um pouco. Quanto mais sombrio, mais você me atrai. E já pensou em dizer que sim? Se me deres as costas, não sei o que faço de mim. Eu estou louca pra sentir meu sangue em minhas mãos, estou louca para chorar teu odio. Como eu queria que em Paris se fizesse primavera outra vez.  Vamos jogar um jogo.

então era isso. Quando eu mais precisei dele, ele fechou os olhos. Eu sempre tive medo de imaginar o que acontece quando nos damos as costas, mas acho que as estações finalmente começaram a agir dentro de mim. Voltas, o mundo dá voltas. E gira bem devagar, como se nada pudesse impedi-lo de respeitar seu proprio limite. Como se naquele momento, aquilo fosse necessario. Como se ele sozinho fosse suficiente. Oh, céus! Eu me machuquei demais tentando evitar isso. As vezes parece que as lagrimas não seriam suficientes, como se apenas uma musica do Red Hot durante a madrugada quente de verão não fizesse efeito. E me cortar com aquela droga de lamina? Minhas maos não me obedecem mais… Eu não sei lidar com a indiferença. Não sei lidar com o entusiasmo, não sei medir as doses de nostalgia que recebemos todos, todas as manhãs. Eu não sei lidar com o desprezo. Não sei lidar com a fraqueza, nem com as lagrimas. Não sei lidar com a insanidade, não sei administrar tão bem assim a clareza com que estes sentimentos se apresentam a mim. Deus me livre estar no lugar dela agora, Deus me livre. Mas eu queria muito estar sentada no teu colo agora, adoro quando você vem me ninar com esse teu sorriso malvado. E quando as luzes se apagam, quando os olhos se fecham e as vozes se calam, voce sangra as coisas as quais demos nome juntos. Voce sangra sua propria alma, procurando pelas faces que perdeu de mim. Foi voce quem sangrou Paris. (….) Que necessidade tola e doentia é essa de escrever para voce? Vamos, meu amor, me diga se poderemos nos sentar um pouco. Quanto mais sombrio, mais você me atrai. E já pensou em dizer que sim? Se me deres as costas, não sei o que faço de mim. Eu estou louca pra sentir meu sangue em minhas mãos, estou louca para chorar teu odio. Como eu queria que em Paris se fizesse primavera outra vez.  Vamos jogar um jogo.

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E eu vou assim, da maneira mais fácil. Como se meu corpo se fizesse o seu pior prazer, e meus olhos se ascendessem como seu pior demônio. Eu não me importo. E pareço, assim, de longe, obter uma necessidade doentia de demonstra-lhe isso. No mais, eu só espero que o pecado se curve. Que a chama se apague, que os oceanos se sequem. Eu não precisava dos teus olhos, não adianta aponta-los agora em minha direção. Não olhe agora, tem alguém se suicidando atrás de você.

E eu vou assim, da maneira mais fácil. Como se meu corpo se fizesse o seu pior prazer, e meus olhos se ascendessem como seu pior demônio. Eu não me importo. E pareço, assim, de longe, obter uma necessidade doentia de demonstra-lhe isso. No mais, eu só espero que o pecado se curve. Que a chama se apague, que os oceanos se sequem. Eu não precisava dos teus olhos, não adianta aponta-los agora em minha direção. Não olhe agora, tem alguém se suicidando atrás de você.